(Meus dedos dançam involuntariamente sem um instrumento para senti-los.)
-Já é hora de voltar! Levo flores insensatas, mas quem precisa de prudência quando se tem o amor para explicar qualquer gesto ou pensamento?! Elas foram colhidas no jardim entre a realidade e um delírio inocente, não foi o sr. doutor quem me aconselhou a abandonar as ilusões aos poucos? Quando eu estava na fronteira vi uma luz muito forte e caminhos de pedra, e um jardim com flores, as mais bonitas apanhei para dar a ela, espero ser recebido com afeto ou talvez eu regrida e volte para o outro lado da fronteira.
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