segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Oh fêmur de ideias minhas!
Não preciso de muitas certezas, minha segurança mora dentro de mim, ela é meu esqueleto feito de ideias, e o esqueleto é tudo que importa, logo, sou ideias somente e nada além de ideias pretendo ser, um pouco de emoção que se renova e se atrita constantemente contra ideias um pouco rígidas de mais para serem engolidas sem qualquer contestação. Meus ossos descalcificados, e cheios de sabores utópicos que viajam por cada célula vivem em luta profunda e calma com suas partes sempre não mais que interiores, sou alheia à matéria, às fronteiras, é como se o exterior não precisasse existir para que minha luta permanecesse. Sempre.
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