Ando vacilante por ruas largas e tortas, longas e quentes, que desembocam em ruas estreitas e tortas.
Nas esquinas: indecisão.
Nas encruzilhadas: paro.
Sou a garrafa de vinho barato, o litro de cachaça, a galinha preta, sou dedicada ao mau, mas sou torta e vacilante, gélida e indecisa, sou retraída e engraçada. Um contraste com qualquer avanço, não acompanho a metamorfose do homem e da cultura, permaneço galinha de penas negras, cachaça, vinho, indefesa, feia, indigesta.
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